Como parte integrante do curso de Metodologia e Gestão para Educação a Distancia, criei meu blog com o seguinte link: HTTP://blogprofherminio-wwwblogherminiocom.blogspot.com/
Nele fiz minhas considerações sobre o EAD, dizendo do meu ceticismo quanto ao sucesso desse módulo educacional, pois sempre opinei que o aluno estuda com a necessidade do professor presencial na transmissão dos conhecimentos, notadamente aqueles alunos que para se manterem nos estudos trabalham durante o dia e o fazem somente à noite; daí sua falta de tempo para as pesquisas e leituras mais abrangentes, aliando essa falta de tempo, que por certo em muitos casos são uma mera desculpa para buscar apoio na presença dos professores. No entanto, à medida que fui tomando conhecimento através das aulas e na peregrinação pelos sites dos especialistas, como o Prof. Mattar, meus conceitos vêm sofrendo uma mudança expressiva. Resultados em âmbito nacional vêm demonstrando que o aluno que estuda à distância está se colocando num nível de igual relevância ou até mesmo mais positivo que o aluno presencial. Aqui no Brasil, o exame do ENADE começa a demonstrar de forma incisiva essa realidade. As críticas persistem, vejamos a campanha “ EDUCAÇÃO NÃO É FAST-FOOD”, dos estudantes em serviço Social que ironizam o ensino à distancia. Embora acredite na evolução e no futuro do EAD, pois nele o aluno é impulsionado à pesquisa, a mais leituras e não ficará na “cola” dos colegas de estudos, nem tão dependente do professor e mais assessorado pelo tutor, eu ainda julgo necessário um investimento sobretudo no ensino público voltado para TI; se não for sonhar demais, porque não cursos públicos de informática? – nossos alunos na sua maioria não possuem os conhecimentos básicos da tecnologia, apresentam dificuldades de discernimento nas questões elementares de aprendizagem, diga-se , na língua portuguesa, entre outras.... assim, como exigir deles um progresso no ensino à distância? . Como professores e profissionais do ensino, nossa obrigação é lutar por esses avanços no campo social e político propondo alternativas governamentais que invistam no conhecimento básico para que o EAD seja de fato uma realidade nacional acompanhando os avanços mundiais.